Policromia


Há papoulas nos jardins internos da masmorra.

Há vermelho-sangue

Há roxo-equimose.

Há azul-celeste, torpe.

O verde que me deste.

Desbotados, exangues, presos.

As cores de Kahlo foram acobertadas

Pelo telhado em branco-gelo!




"As Duas Fridas", Kahlo, 1939.


6 sorveram o néctar:

AC Rangel disse...

Bela poesia. Dá prazer visitar teu blog. Muito prazer. Parabéns. Sou teu seguidor.
Beijo

Ariane Rodrigues disse...

Obrigada Rangel. Até mais!

manzas disse...

O mundo adormece na cama do céu
Enquanto permaneço acordado no teu roseiral…
Vigilante no teu galante corpo, rosa sem véu
Batem janelas inquietas, pétalas em temporal

Neste momento,
Desejo
Um bom fim-de-semana
Materializado em harmonia
Com muita alegria…
Um excelente CARNAVAL
Com muito divertimento
Desmascarando amor
Com paz,
Cheio de muita folia…

O eterno abraço…

-MANZAS-

David Monsores disse...

Uma explosão de cores frias, a começar no branco-gelo; tímido, passivo, tão quieto.
Magníficas cores a desenharem as formas.

BeijO grande!

Ariane Rodrigues disse...

Olá Manzas! Seja bem vindo! Continuastes belamente as poéticas imagens...Obrigada! Bom Carnaval!

Ariane Rodrigues disse...

Ei David! Obrigada! Abraço!