Ópio


verti-me adulterado desde que te conheci

me corrompi, despertei de todo meu ócio

de tal modo que todos os caminhos que percorri

desembocaram nas tuas trompas de falópio



"Sleep", Gustave Courbet, 1866.

18 sorveram o néctar:

Xana disse...

biologicamente falando :)

beijinho

Ariane Rodrigues disse...

Sim Xana! Bio-psico-emocionalmente. Bjo.

Múcio L Góes disse...

qd ópio nao rima com óbvio.

massa teu jogo.

belo poema.

em belô, abril, eu vôo. =]
lançarei meu 2º livro.

bjo.

J.R. Lima disse...

do falo, o ópio.

KêDy disse...

Adulterados somos quando reagimos ao normal...

Abraços

Raskólhnikov disse...

rs

Sabrina Sanfelice disse...

ou seja, inteiramente...

Ariane Rodrigues disse...

Seja bem vindo a Belô, Múcio! Parabéns pelo lançamento!
Obrigada. Bjo.

Ariane Rodrigues disse...

JR,
falo
acerca do falo
ou
falo
do que falo?

Ariane Rodrigues disse...

Abraços, Kêdy!

Ariane Rodrigues disse...

Raskólnikov e o seu sorriso.

Ariane Rodrigues disse...

Querida Sabrina, é isso. Que lindo essa conexão. Abraço!

D M Machado disse...

desesperadamente lúdico...

^^

Raskólhnikov disse...

Ariane e o seu lirismo.
Lirismo e a sua ariane.

Renata (impermeável a) disse...

aí.........








nada a declarar,
entendido descaradamente!

Ariane Rodrigues disse...

DM Machado, =)!

Ariane Rodrigues disse...

Raskólnikov,
será que uma está para o outro
ou o outro está para uma?

Ariane Rodrigues disse...

Beijos, Renata! Seja bem vinda!