Aquarela (Pergunta)


a cor da janela

a cor amarela

a cor que vem dela

a cor aquarela

a cor a ti apela

a-corda bela




"The Red Kerchief:Portrait of Camille", Monet, 1878.

22 sorveram o néctar:

Paula disse...

a cor da janela...
ficou lindo...


Olha, passei para dizer que te atribui o prémio dardos...

bjs

:)

Ariane Rodrigues disse...

Obrigada mais uma vez, querida Paula! Abraço!

Flávia Jorge disse...

acorda e olha pra janela amarela, dona bela...

deliciosas palavras...

bjo de segunda.

Raskólhnikov disse...

a-cor-da Cora.
flora que me inspira dias azuis,
conduz meu corpo banhado de rimas,
trilhas que seduzem e me trazem Ar-repios,
frios fios que me afiam a alma como uma lima,
linda Lina que me faz sentir tuas linhas de core.
E isso Cora meu coração ao som da canção,
pura emoção que aflora e que trás de volta
os versos de outrora, lidos em noites tortas,
de uma certa Cora
Cora Coralina.

J.R. Lima disse...

a cor da bela

Muito legal, isto, é quase música.

Yara Beatrice Jasmin Nin Poulain Black Mamba disse...

linda
a-cor-dada
à poesia

Ariane Rodrigues disse...

Flavinha, bjos!

Ariane Rodrigues disse...

Raskólnikov, que lindo remeter-se à Cora Coralina neste universo que hoje estava mais para as cores (ou as dores) de Frida.

Ariane Rodrigues disse...

Sim JR! Obrigada! Veja isso de várias maneiras...

Ariane Rodrigues disse...

Olá Yara, maestrina das palavras! Obrigada!

nina disse...

A cor aguarela (nas terras lusas) e aquarela aí... a favorita dos mestres impressionistas repleta de simbolismos. Um belo poema de cor transparente. Beijos Amiga

Ariane Rodrigues disse...

Que interessante Nina! Bjos.

AC Rangel disse...

Também vim sorver do néctar. E quer saber? Adorei. Por que será que é tão bom?
Será esta janela amarela? Ou terei terminado minha busca?
Só me resta colocar um link no meu blog para chegar mais rapidamente ao teu.

Beijo

Geraldo Soares disse...

sorri ao ler teu poema luminoso no meu momento um pouco sombrio.
Mas isso a sombra tras de bom. Sensibiliza os olhos para a claridade das coisas.
Há o uns versos do Caeiro que fala sobre isso:

"É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural..."

Tem uma coisa pra ti no meu blog.
Abraço!

**Daya** disse...

Caramba,eu fico bege com seus poemas rsrsrs,palavras leves,soam bem aos ouvidos e sempre muito bem estruturados,parabéns.
Você já pensou em publicar um livro com eles?

...Ahhh,tenho selos pra vc no meu blog,depois quando puder passe lá pra pegar ok?

Daya.

Wesley Viana disse...

Mais uma linda poesia.

Ariane Rodrigues disse...

AC Rangel, espero que tenha sido uma pergunta retórica pois não sei responder. Resta-me então dizer que fico contente. E obrigada pelo link! Abraço!

Ariane Rodrigues disse...

Entendo Geraldo. É como ver os opostos numa obra de Da Vinci, não como um contraste, mas como uma complementaridade...No fim das contas, o resultado é a harmonia das coisas. Vou lá ver o que tens! Abraço!

Ariane Rodrigues disse...

Olá Daya, obrigado pelos elogios e pelos selos também! Bjo, moça.

Ariane Rodrigues disse...

Brigada Wesley! =)

Eduardo Trindade disse...

Tuas palavras têm uma ambiguidade doce, que encanta. Belas cores essas que convidam a acordar...
Abraços!

Ariane Rodrigues disse...

Olá Eduardo! Obrigada. Eu realmente trabalhei aqui com a ambiguidade e com uma risadinha do canto da boca. Que bom que percebeste! Abraço!