Do que (não) sei



Eu não sei ser romântica

Mas sem ti, fatalmente, eu morreria.


Eu não sei ser parnasiana

Mas sem ti, perfeitamente, a realidade existiria.


Eu não sei ser modernista

Mas sem ti, contraditoriamente, as regras eu quebraria.


Eu só sei ser poetisa

Mas sem ti, inutilmente, só verso elegias.

4 sorveram o néctar:

nina disse...

Do que sei é que ... GOSTEI imenso deste teu poema.
Beijinho e um abraço daqui deste lado do Atlântico

O Profeta disse...

Esta carícia de fresca brisa
Transporta a beleza de Oriente
Uma voz doce cede ao silêncio
Esta aurora acorda finalmente

A sombra perdeu-se na luz
Escuto o pranto e o riso na bruma
Palavras fugindo ao sentido
Lembranças perdidas na espuma


Boa semana



Mágico beijo

Ariane Rodrigues disse...

Querida Nina, aceito o beijo e o abraço de além-mar e obrigada por sempre aqui me visitar! Retribuo todo o carinho...

Ariane Rodrigues disse...

Profeta, que linda tua poesia
Que aqui se manifesta
Vem a mim trazer alegria
E ao blog dar ares de festa!

Venha sempre!!!
Beijo!