Confissão



Minha poesia é assim

Colada à derme imbricada

Não sai sem um pedaço de mim


Em tudo me invade

Anuncia-me nas praças

Denuncia-me a identidade


Quando se evade, refresca e arde

Publica-me singela e clara

Parte e a mim parte


Aos quatro cantos me alarde

Espalha-me as entranhas, propaga

Delata-me a subjetividade


Não cansa de dar-me

Resvala-me a alma

Difundindo verdades.

1 sorveram o néctar:

PIONERO DE LA POESÍA ASERTÓRICA. "Todo lo que es, deja de ser simultáneamente y es"... Éclides disse...

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