ping, ping



ping, ping

me diz

enfim

o que fiz


ping, ping

por que

infeliz

não quis


ping, ping

os pingos

nos is

ping, ping


ping, ping

ping, ping

ping




"Gravitation", Kandinsky, 1935.


14 sorveram o néctar:

Bea - Compulsão Diária disse...

Pong!


Brincadeira
Gostei do poema

entremares disse...

Não vou fingir ter percebido o último sentido do poema.

Mas gostei do som.

Ping, ping.

Ariane Rodrigues disse...

Ok Compulsão! Abraço!

Ariane Rodrigues disse...

Olá entremares! Seja bem vindo! Isso pode mesmo acontecer. E nunca deves fingir. E o poema tem o estrato sonoro como elemento essencial. Abraço!

Byers disse...

Nossaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa pirei!

Doidera... nossa eu fiquei batucando os dedos aqui tentando fazer os intervalos do "ping", po é uma parada meio "som design" dá para colocar uma batidas, e dai fazer um acompanhamento doido de contra baixo com umas telas ao fundo manchadas com tinta a base de água....

Rs, e caso muito bom com o Kandinsky, ele fazia a uns 70...80 anos atraz o que nego demora pra entender pra fazer hoje.

Nossa fico muito bom! Parabéns!

Ariane Rodrigues disse...

Oi, Byers! Seja bem vindo! Feliz que tenha gostado. Também visitei seu blog e percebi que és um artista dos traços. É sempre bom poder fazer associações com outras artes, a meu ver. Obrigada! Abraço!

Marco Antonio Gomes Cruz disse...

Mais uma vez, sensacional.

modesto e arrojado.

parbéns!

eu realmente adoro o seu estilo

Ariane Rodrigues disse...

Obrigada Marco Antonio. Abraço!

PAULO MIRANDA (A Folha) disse...

Diria que é o vai e vem da vida
Gostei!!!

Paty disse...

Ahh muito obrigada pelo seu carinho e com certeza sempre passarei por aqui...adorei td que já li!!

Beijos, querida!

Paty

Byers disse...

Olá!Então, eu faço meus rabiscos...rs mas me falta um tanto de técnica, ainda não apurei certos aspectos!

Sobre a reprodutibilidade, em tese as obras de arte estão mais acessíveis, mas por outro lado com menor fidelidade, principalmente no que diz respeito a cores, por "n" fatores a reprodução de uma obra perde a fidelidade de tons e o que você vê é uma mera representação, serve até certo ponto para se conhecer a obra mas nada se compara a experiência de se ver a original ao vivo...e infelizmente nem todos nós temos as condições.

A reprodutibilidade também nos dá a opção de editar estas obras ou de usar as mesmas como refência para uma nova peça, tudo tem um lado bom e um lado ruim!

:)

Ariane Rodrigues disse...

É isso, Paulo! Abraço!

Ariane Rodrigues disse...

Obrigada Paty! Então se aconchegue... Bjos, querida.

Ariane Rodrigues disse...

Concordo, Byers! Obrigada.