quando estiveres insone
quando pensares nas regras e ditames
chame por meu nome
quando estiveres perdido e errante
se não houver quem o ame
apenas chame o meu nome
quando a dor for bastante
ou a alegria constante
não hesite, me chame
e se eu estiver distante
e mesmo que tuas mãos não me alcancem
teus olhos não me encontrem
e tudo te abandone
chame o meu nome
nem que seja por um instante
ou doravante
Ariane, Ariane ...
"The Milkmaid", Vermeer, 1560.