a canoa


a canoa
sem remos
entoa
o silêncio
serena
na lagoa
ôca
una
à tôa


"Le Bateau-atelier", Monet, 1874.

4 sorveram o néctar:

nydia bonetti disse...

Ainda assim, faz parte do todo... Lindo. Bjo!

Pérola Anjos disse...

E faz movimentar as marés.

Bonito o teu espaço!

Beijos!

Vieira Calado disse...

Olá, amiga!

Passei para ver as novidades

e desejar bom fim de semana.

Beijinhos

Eduardo Trindade disse...

Água, um barco, à toa, (quase) à tona, e um silêncio daqueles que se ouvem delicadamente. Juntaste em poucas palavras tantos símbolos que mexem comigo, sabia? É um poema para sentir.
Abraços!