Etc. e tal


ser


a tal


a mor


a mal


altar mor


amoral


a normal


amor e tal


a mortal




"Bandeirinhas", Alfredo Volpi, 1960.



12 sorveram o néctar:

james p. disse...

Ariane,não se esqueça de buscar seu selo no meu blog.Abraços.

Chica disse...

Muito legal! um beijo,chica

Eduardo Trindade disse...

Esse poema é "dos meus"! Assim: leia, caro leitor, e interprete à sua maneira. E não vou falar de ambiguidades porque seria pelo menos a terceira vez em que eu toco no assunto.
Mas reparei que o altar mor está exatamente no meio, no centro do poema. Gostei. Terá sido intencional?

Alisson da Hora disse...

Gostei das imagem e da disposição formal do poema... tão evocativo...

lindo...

Ariane Rodrigues disse...

Ok, James. Obrigada de novo!

Ariane Rodrigues disse...

Bjo, Chica!

Ariane Rodrigues disse...

Oi Eduardo! É sempre bacana a sua leitura, não importa qual seja. Se foi intencional o "altar mor" no meio do poema, sim; mas, também faça uma equiparação com o último verso. Se olhar bem, tenho uma espécie de influência barroca, fazendo uso constante de elementos contrários. Abraço sempre!

Ariane Rodrigues disse...

Obrigada Alisson! Seja bem vindo!

A garota do copo d'gua disse...

gostei da disposição das palavras e do conteudo das mesmas...

beijos amelisticos e uma otima semana ari! :*

Mary disse...

muito bom! li tua entrevista lá no 'fio de ariadne' e adorei. :)

beijoss

fred disse...

Beleza, Ariane, este e os outros que eu ainda não havia lido.
Vir ao seu blog é sempre motivo de satisfação.
Beijos

Ariane Rodrigues disse...

Obrigada Mary, Fred e Garota! Bjos!