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tesouro



buscava meu fiho um tesouro sob a cama
não encontrou nada valioso
(por suposto)
somente um brilhante besouro
que satisfez seus olhinhos de criança



"Menino do papagaio", Portinari, 1954.

Imagens

Uma tênue alegria me acena

Quando chamas-me “pequena”

Iludo-me que sou ingênua

Como uma criança serena.


E acreditas ser eu quem minh’alma (em)cena

No entanto, não sou eu quem tu pensas

No fundo, me condenas, que pena!

De repente, te traí nesse poema...