"o poeta é um fingidor..."
já não chora a
es
ta
lac
ti
te
a ausência da umidade
o vão da saudade
verteu-se em pranto da
lag
mi
Oh Deus!
Perdoe essa dor insípida
Em lágrimas vertida
Essa ovelha perdida
Ignorante, estúpida,
Incontida da vida
Em risos anoitecida
E em prantos amanhecida!
Cabelos brancos
Conta-los não pudera
Solitários. Mas quantos?
Embaralhados em relva.
Emaranhados de mazelas
Em meio aos pretos, tantos
Sinais de quimeras.
Esconde-los quisera
Em meio aos prantos
Algumas bagatelas.